O porquê
deste inquérito
e o como ele foi pensado.
A entrada da inteligência artificial no quotidiano é a maior alteração de hábitos cognitivos da nossa geração. E está a acontecer sem que tenhamos parado para a registar com calma.
O que estamos a estudar
Interessa-nos o que mudou na forma como pensamos, escrevemos, decidimos e nos relacionamos desde que ferramentas como o ChatGPT, o Claude, o Gemini, o Copilot e tantas outras passaram a fazer parte do dia a dia. Não é uma avaliação de produto. É um inquérito de comportamento humano, feito a partir de quem usa estas ferramentas no trabalho e em casa.
Como foi desenhado
O instrumento apoia-se em escalas validadas e em literatura recente sobre cognição, atenção, ansiedade e tecnologia. Baseia-se em trabalho de investigadores como Evan Risko e Sam Gilbert (descarregamento cognitivo), Cal Newport e Johann Hari (atenção), Christina Maslach (burnout), Edward Deci e Richard Ryan (auto-determinação), Andrew Przybylski (FOMO), Ethan Mollick e Erik Brynjolfsson (uso real de IA no trabalho) e Sherry Turkle (relação com máquinas).
O que vai dar isto
A síntese dos resultados será publicada de forma agregada, sem identificar ninguém. Algumas respostas qualitativas poderão ser citadas, mas apenas com o nível de identificação que cada pessoa autorizar (anónimo, primeiro nome, ou nome completo). As perguntas finais permitem-lhe escolher esse regime.
Tempo, anonimato e desistência
O questionário tem 80 perguntas de resposta directa e 8 de desenvolvimento. Demora cerca de 20 minutos. As respostas são gravadas automaticamente, à medida que vai respondendo. Pode interromper e retomar no mesmo dispositivo. Pode pedir a remoção dos seus dados a qualquer momento, escrevendo para hello@nowwethink.com.
Quem está por trás
O estudo é conduzido por Pedro Seabra, investigador independente, no âmbito de uma investigação sobre vida quotidiana e tecnologia. Não tem patrocínio comercial nem ligação a qualquer fabricante de ferramentas de IA.