Como
vivemos
agora.
Um estudo aberto sobre o que mudou nos nossos dias, no nosso trabalho e na nossa atenção desde que estas máquinas começaram a pensar connosco. A tua resposta é parte da investigação.
Não é um inquérito de mercado.
É uma conversa estruturada
com mil pessoas em simultâneo.
Há uma diferença entre saber que a inteligência artificial está a mudar tudo e perceber, em concreto, o que está a mudar nas pessoas. Os números agregados, adopção, produtividade, ações na bolsa, não respondem à pergunta que importa.
É essa a investigação. Recolher, em português europeu, testemunhos de profissionais que usam estas ferramentas todos os dias, e descobrir padrões nas dúvidas, nos hábitos, nos atritos, e nos pequenos avanços que ninguém anuncia. Cerca de mil respondentes ao longo de quatro meses; 88 perguntas repartidas por 11 capítulos; vinte minutos em média.
O resultado será publicado em 2026 como ensaio aberto, com os dados anonimizados disponíveis para qualquer pessoa que os queira usar. A tua resposta entra nesse arquivo público, sem te identificar.
Não vendes nada. Não compras nada. Apenas pensas em voz alta, durante vinte minutos, sobre uma coisa que importa.
11 capítulos curtos.
Pequenos grupos de perguntas por ecrã.
- I. Sobre si Começamos pelo essencial. 8 directas · 3' p. 1
- II. A entrada da máquina A inteligência artificial entra na nossa vida por dois lados. 11 directas · 5' p. 4
- III. O que lhe pedimos O que se delega a uma máquina diz muito. 16 directas · 7' p. 9
- . O que vê à sua volta Até aqui falámos de si. 36 directas · 15' p. 16
- IV. Pensar com a máquina Quando uma capacidade é exteriorizada, há um ajuste íntimo que tende a passar despercebido. 9 directas · 4' p. 31
- V. O ritmo das coisas Cada ferramenta nova traz uma promessa de tempo. 8 directas · 3' p. 35
- VI. O que é seu Há uma pergunta antiga que esta tecnologia trouxe de volta: o que é meu? Quando partilhamos um texto, uma ideia, uma decisão produzida em diálogo com uma máquina, alguma parte fica em aberto. 8 directas · 3' p. 38
- VII. O resto da vida A IA não vive só no ecrã: contagia o tempo que lhe fica de fora. 6 directas · 3' p. 41
- VIII. Confiar, verificar Confiamos em quem? Em quê, e até que ponto? À medida que o texto que circula passa cada vez mais por intermediários sintéticos, esta pergunta deixa de ser teórica. 4 directas · 2' p. 44
- IX. Para onde vamos Olhar à frente sem entusiasmo cego nem alarmismo. 6 directas · 3' p. 46
- X. Pequenos sinais Quatro perguntas sobre micro-hábitos. 4 directas · 2' p. 49
O teu tempo
é devolvido em três
moedas distintas.
- Para todos · ao submeter
O relatório completo, em primeira mão.
Recebes o ensaio integral por email assim que for publicado, no último trimestre de 2026, antes de ir a qualquer redacção, antes de ir a redes sociais. Cento e vinte páginas em PDF, mais o conjunto de dados anonimizados em aberto.
- A meio do caminho · capítulo IV
O teu perfil de leitor, calculado a partir das respostas.
No fim do quarto capítulo recebes, em ecrã, uma síntese privada de como respondeste em comparação com o resto do grupo: onde estás à frente, onde estás atrás, onde estás sozinho. É um dos artefactos mais comentados do estudo, refeito para esta edição.
- Para quem completar · opcional
Convite para a sessão de leitura dos resultados, ao vivo.
Antes da publicação pública, faço uma sessão online de uma hora a comentar os resultados em primeira mão e a responder a perguntas de quem participou. É gravada e enviada a quem não puder estar. Sem repetições, sem promoção, sem upsell.
Honestidade é mais simples
do que conformidade.
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Não te identificamos.
Nunca pedimos nome, email, telefone, ou login. A sessão é guardada num identificador técnico que só te serve a ti, para retomar onde paraste. Não há cookies de análise de terceiros nem rastreio entre sites.
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Os dados são públicos.
No fim do estudo, o conjunto anonimizado de respostas será publicado em formato aberto para que outras pessoas possam reanalisar, refutar, e construir em cima.
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Sais a qualquer momento.
Em qualquer ecrã há um botão para apagar a tua sessão e tudo o que escreveste. Sem perguntas, sem confirmações em três páginas, sem inquéritos de saída.
Vinte minutos a pensar
em algo que importa.
Lê-se sozinho como um caderno. Responde-se sozinho como uma carta a um amigo paciente.